For our second large trip we travelled for around 45 days in the south of South America. We were living in São Paulo at the time, and because we were both freelancers we decided to travel around February (this is high season here but also, warmer because it’s summer). We went from São Paulo to Florianópolis where we stayed with friends. From there we went to Porto Alegre to meet some other friends. This is in the south of Brasil and you can really tell a difference from all the others states: for example, everything is very plain, not like the states of São Paulo or Bahia with lots of mountains or canyons.

From there we went to Uruguay, where we stayed in 3 beaches: Cabo Polonio, a small eco village with no electricity, La Pedrera, a small fishermen village with a great beach and La Paloma, bigger, family oriented beach.

After Uruguay, we took a bus to Buenos Aires, a lovely city, where you can be easily be tricked to believe you’re in Madrid or Paris.

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El Caminito – Buenos Aires

Then we took a flight to Ushuaia, in Tierra del Fuego island. From there we went by bus, first to Puerto Natales, in Chile – to do the Torres del Paine trekking. This is a very known and touristic trekking, but for us, the most magical place of Patagonia. Soon to have a post about it!

Next we went to El Calafate and visited the Perito Moreno Glacier, drink with some nice people from the hostel and from there went to El Chalten.

El Chalten is a small village surrounded by mountains and just near the National Park of Glaciers. All kind of tourists and trekkers come here to do the Mount Fitz Roy trekking and others. Lovely village and great (and for free!) trekking with rocky high peaks, rivers and lagoons with turquoise water.

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Mt. Fitz Roy – El Chalten

After this, we took a 24 hour bus to Bariloche where we stayed just couple of days to relax. This is the north part of Patagonia and the landscape is completely different, very green with mountains and rivers, instead of the “estepa , a desert like landscape, that gets arround 50 mm of snow a year.

We meet a friend from back home (André’s city) and we travelled together for the last part, which was to cross to Chile. We took a 18 hour bus to Mendoza, and from there took a small van to Santiago. From there we took another bus to go to Valparaiso.

We finally went from Valparaiso to Santiago where we stayed at a friend’s house. From there we took a plane home, to São Paulo. It was cheaper to buy a round ticket and we were very lucky because the air company changed the time of the return flight so we could ask for full refund of the cancellation! 🙂

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our route – nossa rota

Na nossa segunda viagem, ficamos 45 dias viajando pela sul da América do Sul. Como estávamos vivendo em São Paulo, fomos de ônibus até Florianópolis onde nos encontramos com amigos. Infelizmente apanhamos mau tempo e nem conseguimos ir muito nas praias. De Floripa fomos para Porto Alegre onde ficamos com  mais amigos. Continuamos pelo sul até ao Uruguai onde fomos a 3 praias: Cabo Polónio, uma praia dentro de uma reserva natural; La Pedrera, pequena vila de pescadores com uma ótima praia e estrutura e La Paloma, vila maior e mais voltada para férias em família.

Do Uruguai fomos diretos para Buenos Aires onde ficamos uns dias conhecendo a cidade – uma cidade bem diferente da América do Sul, onde facilmente você se poderia achar em Paris ou Madrid. De Buenos Aires pegamos um voo (já comprado com muita antecedência) para Ushuaia, a cidade mais austral na América do Sul.

De lá a gente foi indo em direção ao norte. Primeiro ficamos em Puerto Natales para fazer o conhecido trekking das Torres del Paine (Patagônia Chilena). E apesar de turístico, um dos momentos mais mágicos de nossa viagem!

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Los Cuernos – Torres del Paine

Subimos depois para El Calafate onde fomos ao conhecido Glaciar Perito Moreno e onde fizemos amizades com pessoal do hostel, acabando por ir beber com eles num barzinho legal. De Calafate fomos para El Chalten, uma pequena vila no meio das montanhas, conhecida como a capital argentina de trekkings. Apesar de pequena e remota, uma vila cheia de charme com várias opções de trekkings – todas gratuitas! O trekking mais conhecido é o que dá no Mount Fitz Roy, mas existem várias outras opções e quase todas incluem vistas desafogadas pela cordilheira andina, com os seus picos nevados, rios e lagoas de água azul turquesa.

Daqui pegamos um bus de 24 horas para Bariloche, na parte norte da Patagônia. A paisagem é completamente diferente com muito verde, rios e montanhas, ao contrário da paisagem do sul, cujo habitat se chama estepe patagónica é bem similar a um deserto, só contabilizando por volta de 50 mm de neve por ano.

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Estepe Patagónica

Em Bariloche encontramos uma amiga que seguiu viagem conosco. Não fizemos muito aqui porque é uma cidade completamente turística, mais cara e estávamos muito cansados então aproveitamos para relaxar.

De Bariloche pegamos um busão de 18 horas até Mendoza onde depois pegamos uma van para Santiago. Da rodoviária pegamos ainda um outro ônibus até Valparaiso, onde ficamos 3 dias.


Por fim voltamos para Santiago, onde ficamos em casa de um amigo por uns dias. O nosso voo ficou mais barato comprar ida e volta; quando chegamos a casa, a companhia aérea mudou o horário do voo de regresso e por isso pudemos pedir o cancelamento e ter o reembolso total! 🙂